25ª Maratona Internacional de São Paulo

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Uma das mais tradicionais maratonas de São Paulo, a Maratona internacional de São Paulo realizava sua 25ª edição e chegou com muitas novidades para esse ano.

Apenas os clássicos 42k se repetiram das edições anteriores para esse ano. 4k, 8k, 24k que ocorreram até o ano anterior foram alterados por 5k e 21k.

Outra novidade foi a largada na Praça Charles Miller (Pacaembu) e chegada no Ibirapuera (exceto os participantes 5 km que largaram e chegaram no Ibirapuera). As alterações se deram em razão das diretrizes dos órgãos públicos por conta da interdição na Ponte do Jaguaré, em novembro do ano passado. As largadas também começaram mais cedo (6h30) e em ondas, assim como horários diferentes para maratona e meia-maratona proporcionando maior conforto para os atletas.

Lá estava eu então para acompanhar o percurso dos 21k e definitivamente a largada por ondas e diferenciada por prova permitiu que já se largasse com condições de se correr desde o início. O tempo estava encoberto com uma leve garoa que era uma verdadeira benção para quem encarasse a distância que fosse,

Se considerarmos o posto de hidratação da chegada, tínhamos 10 postos que são mais do que suficiente para a distância. Ponto para a organização. Havia um posto de Torrone ainda no quilômetro 15. Vale-se ressaltar que a organização cedeu na entrega de kit (para a distância de 21k) um gel de carboidrato e um Whey Protein e daí para frente, era pela estratégia de cada um.

Após a largada pela Av. Pacaembu, os atletas foram em direção a Barra Funda subindo o Viaduto Pacaembu e Orlando Murgel para regressar ao Elevado e o pegar por quase toda a sua extensão até a Barra Funda novamente e daí voltar sentido Consolação pegando em seguida trechos clássicos do centro de São Paulo até que se chegue até a Av. 23 de maio.

Ponto crítico da prova onde se tem uma subida leve mas constante de pouco mais de 2 quilômetros para daí dar uma boa respirada e repensada na estratégia de cada atleta. Passa-se então em frente ao Ibirapuera, descendo pela Av. Repúbica do Líbano, Av. Antonio Joaquim de Moura Andrade com retorno na altura da Av. Santo Amaro (enquanto os maratonistas seguiam em frente rumo à Usp para poderem finalizar a prova).

Corredores durante a Maratona Internacional de São Paulo

Daí era aproveitar do kit pós prova que incluía até cerveja. Medalha super bonita enfatizando a edição comemorativa dos 25 anos e aquela certeza de termos tido um grande evento. Evento esse que é nível ouro da CBAt, e única do país a ter o Selo Bronze da Associação Internacional de Federações de Atletismo, IAAF.

Pórtico de chegada

Queniano e etíope vencem Maratona Internacional de São Paulo enquanto brasileiros levaram o lugar mais alto na meia-maratona.

P.S.: Para finalizar, corredor que é corredor é solidário e tem histórias para contar não é? Primeira maratona de um grande amigo e passo mensagem para saber se ele havia finalizado sua prova. Disse que não. Olhei para a Daniela e sem pensarmos fomos buscar o amigo. Isso resume bem o espírito da corrida.

Julio em sua primeira maratona